A equação 60 – 10 – 20 – 10.

22 22 UTC Janeiro 22 UTC 2009

A Matemática é a ciência que se faz presente em todas as áreas da sociedade. E no ambiente corporativo não poderia ser diferente.

Em qualquer empresa, podemos observar a equação 60 – 10 – 20 – 10. Essa equação embora confusa em uma primeira situação, reflete a mais pura verdade dentro de uma empresa. Vamos as explicações.

Em uma empresa nós temos:

A. 60% dos funcionários que representam a engrenagem, o motor que faz a empresa funcionar. São aqueles que fazem sua tarefa muita bem feita. Funcionam como um relógio. Você pode contar com eles no sábado, domingo, feriado, em qualquer dia. Esses funcionários jamais devem ser substituídos e a empresa, se busca excelência em seus processos, deve investir na formação e educação desses funcionários. Possuem uma visão especialista de sua função e desempenham como ninguém. São bons funcionários e dignos de todo o respeito.

B. Os próximos 10% são os funcionários que são totalmente dispensáveis. Embora a afirmativa é pesada, mais é a verdadeira. São aqueles que vão ao trabalho par reclamar do salário, reclamar a vida, fazer você sentir-se culpado pelo contra-cheque dele.

Também nesse grupo estão aqueles que não faz nem sua obrigação que é trabalhar. São aqueles que estão sempre no cafezinho, fazendo “um social”. Também são os descolados aqueles que sempre estão no foco de um assunto.

Sabe aquele corvo que consegue contagiar um ambiente? Aquele que te “mata” e é o primeiro a chegar seu funeral? Sabe aquele que anda com um galão de gasolina e quando vê um atrito, ele chega e joga o galão todinho e senta pra ver o circo pegar fogo?

Um conselho para o empresário que tem esse tipo de funcionário é: Mande embora. Faça uma carta de recomendação e mande a seu concorrente. É o melhor presente de grego que alguém poderia enviar.

C. Os próximos 20 % são os funcionários que vestem a camisa. Eles fazem mais que a obrigação e são prontos a atender, executam as tarefas com a máxima perfeição. São uma locomotiva para o trabalho, fazem além do necessário com a excelência e perfeição que todo o gestor pede a um funcionário.

D. E finalmente os ultimo 10%. Eu sempre quis estar nesse grupo. Esses são os funcionários brilhantes, excepcionais. Não há palavras para descrever. São os funcionários que tem as idéias certas na hora certa, são aqueles que conduzem uma reunião com mérito. São aqueles que fazem o nome da empresa.

Onde está a diferença? Esse grupo de pessoas, não esperam a empresa “pagar uma pós-graduação”, eles vão e fazem. São aqueles que mesmo com salário defasado, fazem um trabalho espetacular, como se ganhassem mais que o diretor. São pessoas excepcionais tanto na empresa quanto na sociedade.

Cabe a cada um de nós, escolhe a qual grupo queremos pertencer.

Só corrigindo, antes que pareça preconceituoso. O funcionário brilhante e os medíocres estão espalhados por toda a empresa, em todos os níveis.

Nem sempre um cargo e um diploma significa brilhantismo, assim como uma botina e macacão significa ignorância. Graças a DEUS o mundo e os valores estão mudando.


Eu quero eu aumento!

22 22 UTC Janeiro 22 UTC 2009

José trabalhava na mesma empresa havia 20 anos. Sabia “de cor e salteado” seu trabalho. Alem do mais, tinha conhecimento do trabalho dos outros colegas, pois ele também passou pelos outros setores e muitos haviam sido treinados por ele.

A empresa estava em processo de modernização e expansão e iniciava a contração de muita mão-de-obra. Nessa contratação, um rapaz, recém formado chamado João foi trabalhar com José.

Com o passar de 1 ano, João tornara-se Líder do departamento de José, estava recebendo um salário 3 vezes maior que o de José, além de ser a escolha certa para assumir a nova gerencia na unidade da capital.

Uma segunda-feira logo pela manhã, José já irritado com a situação, dirigiu-se até a sala do diretor. Como eram amigos há anos, José começou usar do seu “social” relembrando quando a empresa tinha apenas algumas máquinas de escrever. No momento oportuno José disse:

- “Chefe, eu não acho justo. Eu estou com você há mais de 20 anos, passei por todos os setores da empresa, muitas vezes carreguei isso aqui nas costas e agora vem um moleque todo engomadinho e já é meu líder!!!! Eu quero meu aumento! Eu sou melhor que ele! A Empresa me deve isso!!!!”

O diretor olhou bem refletiu e disse:

- “Tem razão. E pra comemorar essa minha decisão, irei servir salada de frutas na hora do almoço para comemorar seu reconhecimento. Faça-me uma gentileza, vá comprar o máximo de frutas que puder, e encarregue-se de preparar. Afinal hoje é seu dia!”

José saiu feliz e preocupado. “Comemorar com salada de frutas? Bem, melhor assim.”. “Onde irei encomendar essas coisas? Quem vai preparar”.

Ao chegar no estacionamento, ele volta à sala do chefe e pergunta: “Que tipo de Frutas?”

A festa é sua, fique a vontade” – responde o chefe.

Ele foi à feira. De lá ele liga no celular do chefe : “Pode ser somente frutas tropicais?” “Sim” – Pacientemente responde o chefe. “E se não tive na feira, posso comprar no mercado?” – o chefe responde : “Sem problemas”.

Depois de muitas consultas e telefonemas, José retorna com algumas dúzias de laranjas e alguns cachos de bananas, correndo para prepará-las, porem o almoço havia terminado.

- “Chefe, me perdoe. Sabe como é, o transito, os preços,a crise, a escassez de frutas da época, acabei me atrasando e perdendo a oportunidade de ser reconhecido”.

- “Sem problemas. Você não perdeu oportunidade alguma! Venha amanhã pela manhã em minha sala e conversaremos”.

No outro dia, logo na primeira hora, Jose subiu a sala do diretor.

- “Bom dia José. Como eu disse, eu irei reconsiderar sim sobre o aumento, o reconhecimento que você pediu, mais eu quero que você observe bem uma situação antes e depois conversaremos ok?”

O chefe chamou o João, e disse :

- “Hoje iremos dar uma festa na hora do almoço com salada de frutas. Por favor, encarregue-se disso!”

- “Ok.”

Bem, José, fique por aqui…Daqui a pouco conversamos.

José pensou consigo : “Se eu que conheço todas as feiras aqui da cidade, sei do que o” homi" gosta, não consegui e esse novato".

Por volta da hora do almoço, a cara de alegria de José pelo fracasso de seu amigo era nítida, o diretor chama João na sala.

- “ E ai João, consegui preparar o que te pedi?”

- “ Sim senhor. Fui na feira aqui próximo e verifiquei que as frutas não estavam frescas, logo, comprei algumas em outras feiras e algumas no mercado, Também verifiquei quais as frutas predominantes nessa época para ter certeza que teríamos produtos de qualidade. Nessa minha pesquisa por produtos de qualidade, eu pesquisei também o melhor preço e economizei 20% da minha verba. Com essa verba, e resolvi inovar e alem das frutas, e comprei leite condensado e logo temos dois tipos de saladas: uma natural para os que estão de regime e outra com leite condensado para quem aprecia”.

- E pra quando isso tudo ficará pronto ! – perguntou José totalmente assustado?

- Bem, daqui a 10 minutos iremos pro almoço e já está tudo preparado. Eu acompanhei o preparo e até provei.

José abaixou a cabeça e ia saindo da sala, quando seu chefe lhe chamou e disse:

- “ José, o que estávamos falando sobre competência e reconhecimento?”

- “ Não me lembro de falarmos sobre isso!”.

Moral da história : Pessoas boas fazem a obrigação, pessoas brilhantes surpreendem!


NÓS SOMOS TODOS INSUBSTITUÍVEIS!

21 21 UTC Janeiro 21 UTC 2009

Em 2.001 eu lembro que foi a primeira vez que ouvi a frase que eu considero a mais imbecil que o ser humano poderia ter criado: “Ninguém é insubstituível!”.

Lembro que foi em uma empresa que eu trabalhava e era um momento onde estávamos em uma grande turbulência.

Hoje, oito anos depois, de remoer demais essa citação infeliz, e depois de muitas idas e vindas, concluo que essa citação além de arrogante é a mais completa imbecilidade. De tanto pensar assim, vemos diariamente uma demasiada rotatividade de funcionários nas empresas, empresas que abrem suas portas e em menos de um ano fecham e conseqüente à desgraça social que um desemprego causa, como trabalho informal, famílias sendo destruídas, enfim, faltaria espaço para citar todos os desastres que uma frase absurda dessa causa. Porém não quero entrar nesse âmbito, pois meu foco é Negócios e Corporações.

Mais pense da seguinte maneira. Se levantarmos as 07:00hs da manhã de uma segunda-feira pensando da seguinte maneira:

- “Se quiserem me demitir, demita, eu arrumo outro emprego, pois ninguém é insubstituível!”,

- “Se o cliente quiser comprar comigo compre, senão eu vendo a outro, ninguém é insubstituível!”,

- “Hoje eu não vou pagar os impostos, e se o governo quiser fechar minha empresa, que feche, ninguém é insubstituível!”,

- “Eu vou demitir fulano, que tem cinco anos de empresa, trabalha corretamente, registrado, e contratar 10 estagiários, pago menos, sem registro e devagar eles irão aprender, embora o fulano faz o trabalho muito bem feito, pois ninguém é insubstituível!”,

Imagine como chegaríamos na sexta-feira? Um monte de desempregados, de empresas quebradas, empresários na cadeia por sonegar impostos e uma alta taxa de trabalho escravo (obs: mesmo sendo estágio, existem direitos e deveres trabalhistas).

Vamos a partir de agora mudar nossa maneira de agir e pensar.

Eu digo a você que lê esse artigo: “Nós somos insubstituíveis!”. Em todos os aspectos dentro da empresa que onde trabalhamos trabalha, no ambiente social que vivemos.

Eu concordo que pode haver profissionais que executam determinada tarefa de uma outra maneira, talvez melhor ou pior que o nosso jeito de fazer a mesma tarefa e talvez por isso em determinado momento à empresa opte pela nossa substituição.

Também concordo com um outro aspecto muito comum, quando ambas as partes não evoluem, e a relação profissional desgasta. Nesse ponto também, é sugerido que cada um tome um caminho diferente.

Mais, independente de sermos o funcionário modelo, o medíocre ou o genial, “SOMOS INSUBSTITUIVEIS!”.

E esta em nossas mãos, definir se a empresa e a sociedade vai pensar da mesma maneira.

Quando levantarmos de manhã para trabalhar, ao olharmos no espelho vamos começar a pensar da seguinte maneira: “Hoje irei ao meu trabalho e fazer um trabalho espetacular, pois EU SOU INSUBSTITUÍVEL!”.

Quando entrar no seu trabalho, ao cumprimentar seus colegas, dê um sorriso e um bom-dia de forma alegre, entusiasta e pense “Eu e meu colega SOMOS INSUBSTITUIVEIS!”.

Quando vierem com picuinhas, fofoquinhas pensem em duas coisas:

1. O que seria do dia-a-dia na empresa sem picuinha? Seria uma chatice sem fim.

2. “Eu não irei participar dessa fofoca, desse comentário porque sou Ético, mais não serei estúpido de brigar com o colega que gosta de uma picuinha porque sou Educado, e nós dois SOMOS INSUBSTITUIVEIS!”.

Depois de um longo dia de trabalho, indo embora pra casa, ao encontrar com o vizinho, com as pessoas na rua, cumprimente-os e pense “SOMOS TODOS INSUBTITUIVEIS!”.

O mesmo para sua família, para o chefe que te liga na hora da novela, para aquele colega chato que fica te perturbando no MSN, enfim, pense SOMOS TODOS INSUBSTITUIVEIS!”“.

Porque, a vida é curta, nossa passagem nesse mundo mais curta ainda, e independente do tamanho da sua competência, da sua arrogância, do seu capital ou do seu cargo, não levaremos nada disso aqui.

E quando nos ausentarmos, se demitidos ou pedirmos demissão da empresa, seja porque mudamos de casa e não vemos mais aquele vizinho, seremos lembrados por nossas competências, nossa ética ou até mesmo por sermos o “fofoqueiro”.

Em nossa ausência que vemos o quanto SOMOS TODOS INSUBSTITUIVEIS!”


A Crise e a Mudança de Postura

12 12 UTC Janeiro 12 UTC 2009

 

Crise, crise e crise. É a palavra mais dita nos últimos três meses. No trabalho, na faculdade, na roda de amigos, na hora do almoço, na fila do supermercado, onde quer que se vá, todos, do gari ao engenheiro falam em crise.

Eu entendo, que em função de “uma turbulência” na economia mundial, o crédito está escasso nos bancos e instituições de fomento financeiro. Mais eu, como um simples trabalhador não vejo essa “depressão” que ouço dos amigos.

Na Bíblia, em Gênesis, já é citada uma crise. O personagem José prediz “sete anos de vacas gordas e sete anos de vacas magras”. Existem também outras passagens na Bíblia que predizem uma “recessão” após um período de fartura.

E o que dizer do Imbatível Império Romano? Também viveu a época de glória, mais também teve seu momento de crise, momento esse que associado a sua má administração (um verdadeiro pandemônio na verdade) que culminou com a queda.

E se fossemos ficar aqui citando épocas de ascensão e queda na história do homem, passaria a vida toda.

O que me deixa surpreso é a reação de cada pessoa, de cada cultura em relação à crise. Eu li num artigo de meu amigo (e concorrente) Juan Peixoto, bibliotecário da Acervo, que na China, toda a crise é vista como a oportunidade de inovação e porque não renovação, de conceitos, de postura, seja pessoal, empresarial ou até mesmo do establishment. Na China, acreditem um país onde você não pode criticar a manipulação e desrespeito aos direitos humanos, eles encaram a crise como época de mudança de rumos.

Em contrapartida, nós no Brasil, não conseguimos mudar nossa postura. Tenho um grande colega de trabalho, que desde o inicio da crise, todos os dias, ele vem com uma noticia trágica, diferente até da noticiada. Segundo ele, nossa empresa vai demitir 200, a Toyota de Chicago e a Matriz em Tókio fecharam, a Honda quebrou e fechou todas as unidades americanas e canadenses, e a unidade de Sumaré demitiu todos. E por ai vai.

Confesso que incomoda muito, logo pela manhã, na hora da ginástica laboral ou mesmo no café, ou nas visitas de “socialização” interdepartamentos, são somente noticias desse escopo.

Existe sim, um grande recesso na economia mundial. E isso afeta sim, nós, provincianos do interior do estado. Mais agora, como em todas as etapas a vida, surgem duas vias, dois caminhos, duas posturas a tomar:

  1. Uma postura medíocre, de cruzar os braços,
  2. Inovar, mudar, repensar, refazer, reconstruir e vencer.

É sabido que para conseguirmos obter resultados diferentes precisamos mudar nossas atitudes. E como agir em momentos ruins? Primeiramente, precisamos entender que na vida sempre há altos e baixos, pois isso nos dará força para passar pelos maus momentos. Teremos, também, o conforto de saber que isso passa e provavelmente chegaremos mais facilmente aos bons momentos. É claro que aí não poderemos nos esquecer que a fase boa também passará e, assim, economizaremos para as fases ruins.

Não há uma receita de como transformar crise em oportunidades.O mais correto a fazer (e digo que comecei agora) é ver o que fizemos de errado nos tempos de vacas gordas e não cometer o mesmo erro agora, com as vacas magras.

DEUS esta nos detalhes, e as oportunidades também. Um mínimo erro que causa um desastre financeiro em uma empresa, ou um simples acerto que nos leva ao sucesso empresarial, esta em um simples detalhe.

Vejo muitos empresários aproveitando a desculpa de que tem uma crise para demitir parte de seus profissionais. É mais fácil justificar a demissão. O que precisamos saber é que, nessas horas, os bons profissionais, aqueles que são as estrelas, que carregam a empresa, não são demitidos. Geralmente, sai primeiro aquele profissional que não faz tanta diferença. Portanto, se você foi um dos demitidos procure analisar onde errou. Agora, se você ficou saiba que provavelmente terá mais serviço a fazer. Em momentos de crises é preciso aumentar a produtividade a qualquer custo, já que só sobrevivem as empresas que forem mais rápidas em suas decisões e mais produtivas. É preciso ouvir nossa intuição e ter agilidade. Nessas situações, é preciso manter a cautela, mas não podemos ter medo de realizar ações ousadas. Vamos acreditar que é possível atingir as metas, desde que se arregacem as mangas.

Será que não erramos no Atendimento a um cliente ou na Busca por novos mercados? Investimos errado? Cartão de crédito? Financiamentos? Enfim, existe uma gama de possíveis passos errados, mas também existe uma infinita possibilidade de corrigirmos a rota e acertarmos.

Depende da atitude de cada um. Nós como seres humanos fomos capazes de sairmos da condição de nômades caçadores e passamos a hábeis dominadores do mundo digital. Logo, vamos fazer a diferença.

Prudência, fé e “querência” são dons que somente o ser humano possui. Vamos nos “coçar” pessoal, vamos mudar nosso plano de vôo e tirarmos proveito da situação.

Abraços.

“O SENHOR É UM DEUS QUE TRABALHA PARA AQUELES QUE NELE ESPERAM”

 

 

 

EVERSON PIRES
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OS 4 PASSOS DE UMA NEGÓCIAÇÃO.

8 08 UTC Janeiro 08 UTC 2009

Toda negociação é um evento de busca por um acordo mutuamente satisfatório onde se objetiva alcançar resultados eficazmente otimizados.

Quando você entra em uma negociação certamente tem determinado escopo pelo qual lutará com toda sua preparação, habilidade, talento e experiência.
Ao final do evento este objetivo deve ser avaliado para que você possa aferir e grau do seu alcance em relação ao que se propôs no início.

Normalmente o resultado desta avaliação deverá apontar para – no mínimo – o alcance do previamente estabelecido.
Todavia não raro pode-se chegar à conclusão de que ficou faltando algo e se ficou aquém daquilo que seria o razoável, gerando uma sensação de perda ou falta . Qual a causa disto?

Aí é o momento de se proceder a uma avaliação criteriosa e buscar respostas .

Estudos efetuados por especialistas apontam, basicamente, para problemas e falhas na administração e realização dos quatro elementos fundamentais (4 EFs) da negociação: – a legitimidade, a informação, o tempo e o poder .
Como se sabe estes 4 elementos constituem o ponto de partida e sustentam estrategicamente todas as ações no processo de negociação.
Para que você de fato obtenha um grau de realização otimizado é imprescindível considerar, desde o primeiro momento, o efetivo domínio destes 4 EFs.

Vamos a uma breve colocação sobre os mesmos.
Primeiramente considere que os 4 EFs devem suportar o processo de negociação desde seu momento “zero”. Se um destes elementos estiver inconsistente ou faltante tudo indica que haverá séria dificuldade à frente.

Para evitar frustração no alcance de seus objetivos opere, então, administrando-os eficazmente tendo em vista:

1- LEGITIMIDADE – É o pressuposto básico e realista de possibilidade, alcance e realização de seu objetivo assim como das possíveis alternativas para sua consolidação.
Metas exageradas ou acanhadas são um dos complicadores da legitimidade. É preciso ser realista, estudar o ambiente intra e extra da negociação ajustando-as ao factível, ao possível de ser alcançado dentro de ações buscando um alcance realista dos resultados.

2- INFORMAÇÃO – O moderno negociador, seja de que área for, é um profissional que administra o máximo de informação possível , tanto de dentro quanto de fora, utilizando-a para o balizamento e exploração de sua posição no evento. Melhor negocia quem melhor gerencia a informação obtida e disponibilizada sobre o motivo do encontro.
Você não deve dar seqüência a um processo negocial sem que toda a informação esteja sob seu efetivo controle.

3- TEMPO – quem administra convenientemente o elemento tempo praticamente está no comando do evento. Estabelecer uma agenda de negociação com o seu “oponente” é o primeiro passo e poderá facilitar muito a o controle temporal. Esta agenda deverá especificar não somente os itens a serem discutidos como também o responsável por cada um deles e a duração prevista de cada discussão.
Por outro lado você não deve ir para uma negociação sem que tenha tido tempo para criteriosa preparação e planejamento . Negociações derivadas de urgências ou imprevistos são, na verdade, uma restrição a seu tempo e comprometem seus resultados.

4- PODER – Quando você negocia, por exemplo, em nome da Corporação X o outro lado o verá não como “fulano” mas sobretudo como a Corporação X.
Isto demanda a necessidade de estabelecer-se nitidamente a amplitude do seu poder para conduzir o processo e decidir no que for necessário até a obtenção do melhor acordo.

Portanto verifique e estabeleça seu poder antes da negociação e pré-negocie internamente os seus limites fixando claramente sua amplitude. Pode ser que a partir de determinadas situações a palavra final seja de um gerente, coordenador ou diretor. Se isto for o caso esta pessoa estará como co-partícipe do processo em “stdand-by”(sobreaviso) para ser acionada, se necessário.

Estes quatro elementos são como estacas que se fixam a uma base sólida: a ética corporativa. É fundamental que você tenha e exija credibilidade, respeito e total coerência em seus procedimentos de negociação.

Tendo estes quatro elementos fundamentais e a ética sob seu efetivo controle você estará instrumentalizado para buscas os melhores resultados possíveis no processo de suas negociações. Boa sorte!

Artigo de Propriedade Intelectual de : Fernando Silveira – extraido do site Administradores.com

http://www.administradores.com.br/artigos/negociacao_os_4_elementos_fundamentais/26344/


Existem cinco estágios em uma carreira:

1 01 UTC Janeiro 01 UTC 2009

- O primeiro estágio é aquele em que o funcionário precisa usar crachá, porque quase ninguém na empresa sabe o nome dele.

- No segundo estágio, o funcionário começa a ficar conhecido dentro da empresa e seu sobrenome passa a ser o nome do departamento em que trabalha. Por exemplo, Heitor de Contas a Pagar.

- No terceiro estágio, o funcionário passa a ser conhecido fora da empresa e o nome da empresa se transforma em sobrenome: Heitor do Banco Tal.

- No quarto estágio, é acrescentado um título hierárquico ao nome dele: Heitor, Diretor do Banco Tal.

- Finalmente, no quinto estágio, vem a distinção definitiva. Pessoas que mal conhecem o Heitor passam a se referir a ele como ‘o meu amigo Heitor, Diretor do Banco Tal’.

Esse é o momento em que uma pessoa se torna, mesmo contra sua vontade, um ‘amigo profissional’.

Existem algumas diferenças entre um amigo que é amigo e um amigo profissional.

- Amigos que são amigos trocam sentimentos. Amigos profissionais trocam cartões de visita.

- Uma amizade dura para sempre. Uma amizade profissional é uma relação de curto prazo e dura apenas enquanto um estiver sendo útil ao outro.

- Amigos de verdade perguntam se podem ajudar. Amigos profissionais solicitam favores.

- Amigos de verdade estão no coração. Amigos profissionais estão numa planilha.

É bom ter uma penca de amigos profissionais. É isso que, hoje, chamam networking, um círculo de relacionamentos puramente profissional.

Mas é bom não confundir uma coisa com a outra.

Amigos profissionais são necessários. Amigos de verdade, indispensáveis.

Algum dia – e esse dia chega rápido – os únicos amigos com quem poderemos contar serão aqueles poucos que fizemos quando amizade era coisa de amadores!!!!!!!!!!!!


A importância de se ter FOCO.

28 28 UTC Dezembro 28 UTC 2008

Na floresta, corria o boato de que os caçadores estavam atacando. Os animais entraram em pânico, mas como pouco podiam fazer a respeito, trataram de reforçar sua competência natural.

E foi assim que, num piscar de olhos, a floresta se transformou em um grande centro de treinamento: cada animal exercitando-se na sua habilidade.

No fim do dia, um pássaro, um peixe, um coelho e um pato reuniram-se para conversar.
O pássaro disse:

- Amigos, estou na minha melhor forma! Nenhum caçador vai me pegar, pois sou capaz de voar mais rápido que um foguete…

- A mim também ele não pega – disse o coelho -, pois estou correndo que é uma maravilha.

- Eu também não serei presa de nenhum caçador – acrescentou o peixe – pois ninguém nada melhor do que eu.

Então, o pato, com arrogância na voz, disse:

- Quanta limitação! Enquanto um voa, outro corre e o outro nada, eu faço as três coisas.

De repente surge um caçador!

O pássaro, o coelho e o peixe conseguiram escapar, mostrando o quanto eram competentes em suas habilidades. Mas o pato, que tinha todas as habilidades em potencial, não desenvolveu competência em nenhuma delas e acabou sendo o prato principal de uma ceia.

obs: depois que eu reli esse texto, eu achei esse vídeo do Prof. Marins e eu gostaria de compartilhar com todos. Abraços

 


Cultive o autoconhecimento para ser um líder eficaz

27 27 UTC Dezembro 27 UTC 2008

Seja responsável por suas escolhas e pelas conseqüências das mesmas. Aquela regra básica que se encontra em todos os manuais de auto-ajuda, nos livros religiosos do ocidente e oriente, resume a diretriz do comportamento do líder: faça aos outros, aquilo que gostaria que fizessem a você. 

Só faça algo depois de se certificar se aquilo irá contribuir para o bem estar de todos. Cultive o autoconhecimento, pois isso lhe dará acesso às ferramentas e recursos internos que necessitar para superar desafios.

Seja a mesma pessoa dentro e fora de empresa. Deixe claro para todos quais são seus valores pessoais. Os valores de uma empresa refletem os valores pessoais dos seus líderes.

 


O reciclador de idéias

27 27 UTC Dezembro 27 UTC 2008

Fonte : website Pequenas Empresas e Grandes Negócios.

Um vietnamita que hoje fabrica sandálias novas com pneus velho conta fez para se adaptar às exigências do mercado sem perder o rumo

Por Carin Hommonnay Petti
Foto Daniela Toviansky

Thái Quang Nghiã: de prisioneiro no Vietnã a empresário no Brasil

Foi por acaso que Thái Quang Nghiã, de 50 anos, chegou ao Brasil, no final dos anos 70. Depois de uma temporada num campo de trabalhos forçados no Vietnã — punição por seu descontentamento com o governo comunista —, ele escapou do país no porão de um barco pesqueiro junto com outros 66 fugitivos. Resgatado em alto-mar por um navio da Petrobras, foi parar no Rio de Janeiro, em pleno carnaval, sem falar uma palavra de português. Hoje ele é dono do grupo Domini, que detém a marca Goóc, de sandálias de pneu reciclado, o carro-chefe da empresa, e de bolsas de lona de caminhão usada. Com faturamento de R$ 50 milhões no ano passado, a empresa tem 280 funcionários, duas fábricas em São Paulo e outra em Feira de Santana, na Bahia. Na carteira de clientes, gigantes do porte da C&A, Avon e Galeries Lafayette, a maior loja de departamentos da França. Desta vez, porém, seus feitos não vieram do acaso. Boa parte do sucesso do vietnamita é resultado de sua disposição de mudar estratégias e procurar outros canais de venda quantas vezes forem necessárias para se adaptar a diferentes cenários e fisgar novas oportunidades.

Seu jogo de cintura não vem de hoje. Nghiã começou a vida de empresário em 1986, depois de receber 400 bolsas como pagamento de uma dívida. Decidiu vendê-las para recuperar pelo menos parte do prejuízo. Inexperiente, cogitou, a exemplo de grande parte dos outros pequenos fabricantes do ramo, desovar a mercadoria entre atacadistas da rua 25 de Março, tradicional centro do comércio popular paulistano. Mas, em busca de menos concorrência e preços melhores, acabou optando pela venda de loja em loja na Grande São Paulo. Houve quem estranhasse a presença daquele homem de olhos puxados e sotaque carregado. “Alguns comerciantes pensavam que eu vendia mercadoria roubada para a máfia chinesa”, diz. Ainda assim, venceu a desconfiança e se desfez de todo o estoque.

Animado com os resultados, decidiu apostar na produção própria. Ele mesmo se encarregava de cortar e estampar as peças em casa e depois levá-las às oficinas que fariam a costura. Por pouco a iniciativa não lhe custou o casamento. Ele conta que sua mulher, inconformada com o cheiro de tinta no apartamento, foi passar uma temporada na casa da sogra, com a filha recém-nascida a tiracolo. Apesar da represália, Nghiã persistiu. Dois anos depois, com o aumento da produção, já tinha custos magros o suficiente para garantir bons negócios com vendedores atacadistas. Foi o que faltava para que ele pudesse vender seus produtos na mesma 25 de Março que havia rejeitado antes.

De lá para cá, voltou a trocar inúmeras vezes de público-alvo. Em diferentes fases, apostou em lojas próprias, atacadistas de cidades de norte a sul do país, empresas de catálogos e no mercado de brindes de empresas. E por que tanta mudança? “Preciso estar sempre atento a novas oportunidades”, afirma. “No mundo de hoje não é o grande que engole o pequeno, é o rápido que engole o devagar.” A frase pode até ser batida, mas não é infundada.“ Os bons empreendedores correm atrás de nichos e oportunidades”, diz o consultor Tales Andreassi, professor do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da Fundação Getulio Vargas. O coordenador do Centro de Empreendedorismo do Ibmec-São Paulo, Marcos Hashimoto, pensa da mesma forma. “É importante revisar sempre todos os aspectos do negócio, incluindo produtos e canais de venda”, afirma.

Chinelo ecológico

Por Carin Hommonnay Petti
Foto Daniela Toviansky

A maior das guinadas do Grupo Domini veio em 2004. Durante uma temporada de férias para visitar os irmãos que moram na França e nos Estados Unidos, o empresário teve a idéia de fabricar chinelos de pneu reciclado inspirados em um modelo popular no Vietnã dos tempos da guerra. Nasciam assim as sandálias Yepp (chinelo, em vietnamita). Um ano depois, rebatizou a grife de Goóc (raiz, em seu idioma), após perder uma batalha judicial com outra empresa, dona de uma marca com nome parecido com o da sua.

Na ocasião, não era tanto no apelo ecológico que ele apostava para vender o produto.“Eu pensava muito mais na resistência e na durabilidade da borracha do pneu.” O ponto de vista dos consumidores era parecido. Numa pesquisa de opinião, apenas 7% da clientela citou os benefícios ao meio ambiente como principal motivador de compra. Dois anos depois, em 2006, a parcela já havia saltado para 24%. Antenado à mudança, o empresário afinou o marketing com a veia verde do produto. Hoje, por exemplo, as sandálias vêm com um panfleto dizendo que cada pneu demora mais de 700 anos para se decompor. Ponto para o Grupo Domini. “Assim como é importante saber qual a expectativa do consumidor em relação ao produto em si, é preciso saber o que ele espera de sua imagem”, diz Hashimoto.

Embalado pela onda ecológica, o Grupo Domini traçou como meta para 2014 atingir a marca de 210 milhões de pares de chinelos vendidos — o suficiente para reciclar mais de 40 milhões de pneus. É um objetivo um tanto ambicioso. Para alguns, até fora da realidade. Afinal, a produção acumulada desde 2004 está hoje em torno de 10 milhões de pares. Seja como for, Nghiã parece disposto a chegar lá. Seu primeiro passo foi abandonar as vendas de roupas e bolsas de material não-reciclável para concentrar os esforços no novo objetivo. “É mais fácil cuidar de um filho único do que de uma família inteira de produtos”, diz. Ainda assim, foi uma decisão difícil. Sem itens de maior valor agregado, o faturamento previsto para este ano deve ficar cerca de 20% abaixo dos R$ 50 milhões de 2007. “Toda mudança de estratégia traz dificuldades”, diz. Dificuldades, aliás, que o empreendedor começa a superar. De acordo com ele, as vendas dos últimos meses já equivalem às do mesmo período do ano passado. Para 2009, ele prevê uma receita de R$ 60 milhões, graças à mobilização concentrada na venda das sandálias.

Parte desse esforço está na negociação, ainda em estágio inicial, de parcerias com outras empresas. Cada uma delas compraria uma cota de chinelos equivalente a determinada quantidade de pneus reciclados para distribuir entre clientes ou funcionários como estratégia de marketing. Recentemente, ele fez parcerias semelhantes com companhias como Coca-Cola e DPaschoal.
Nghiã também está em busca de novas formas para popularizar o uso de seus chinelos. Para isso está organizando, com nove Pontifícias Universidades Católicas (PUCs) do Sul e do Sudeste, um concurso aberto a estudantes de cursos como administração, publicidade e economia. Ganharão estágio na companhia os autores dos dois melhores projetos para estimular o uso de sandálias recicladas no país. O empresário vietnamita não está disposto a deixar o futuro de seus projetos ao sabor da maré.

INSPIRE-SE
Conheça algumas idéias de Thái Quang Nghiã para fazer a sua empresa crescer

ATENÇÃO ÀS OPORTUNIDADES
A empresa muda constantemente os canais de venda e o foco de atuação para se adequar a novas realidades do mercado

OUVIDOS GRUDADOS NO CONSUMIDOR
No material publicitário das sandálias de pneu reciclado cresce a ênfase na sustentabilidade do produto. A decisão é resultado de pesquisa com a clientela, que aponta o crescimento do apelo ecológico como motivador da compra dos chinelos

AJUDA DOS UNIVERSITÁRIOS
A empresa organiza um concurso entre alunos de nove universidades em busca de idéias para estimular o uso de sandálias de pneu reciclado no país


“Esta reportagem integra o projeto Faça e Aconteça, uma ação da Editora Globo para estimular o espírito empreendedor no Brasil.”


Crise : Mundança de Postura

25 25 UTC Dezembro 25 UTC 2008

Crise, crise e crise. É a palavra mais dita nos últimos três meses. No trabalho, na faculdade, na roda de amigos, na hora do almoço, na fila do supermercado, onde quer que se vá, todos, do gari ao engenheiro falam em crise.

Eu entendo, que em função de “uma turbulência” na economia mundial, o crédito está escasso nos bancos e instituições de fomento financeiro. Mais eu, como um simples trabalhador não vejo essa “depressão” que ouço dos amigos.

Na Bíblia, em Gênesis, já é citada uma crise. O personagem José prediz “sete anos de vacas gordas e sete anos de vacas magras”. Existem também outras passagens na Bíblia que predizem uma “recessão” após um período de fartura.

E o que dizer do Imbatível Império Romano? Também viveu a época de glória, mais também teve seu momento de crise, momento esse que associado a sua má administração (um verdadeiro pandemônio na verdade) que culminou com a queda.

E se fossemos ficar aqui citando épocas de ascensão e queda na história do homem, passaria a vida toda.

O que me deixa surpreso é a reação de cada pessoa, de cada cultura em relação à crise. Eu li num artigo de meu amigo (e concorrente) Juan Peixoto, bibliotecário da Acervo, que na China, toda a crise é vista como a oportunidade de inovação e porque não renovação, de conceitos, de postura, seja pessoal, empresarial ou até mesmo do establishment. Na China, acreditem um país onde você não pode criticar a manipulação e desrespeito aos direitos humanos, eles encaram a crise como época de mudança de rumos.

Em contrapartida, nós no Brasil, não conseguimos mudar nossa postura. Tenho um grande colega de trabalho, que desde o inicio da crise, todos os dias, ele vem com uma noticia trágica, diferente até da noticiada. Segundo ele, nossa empresa vai demitir 200, a Toyota de Chicago e a Matriz em Tókio fecharam, a Honda quebrou e fechou todas as unidades americanas e canadenses, e a unidade de Sumaré demitiu todos. E por ai vai.

Confesso que incomoda muito, logo pela manhã, na hora da ginástica laboral ou mesmo no café, ou nas visitas de “socialização” interdepartamentos, são somente noticias desse escopo.

Existe sim, um grande recesso na economia mundial. E isso afeta sim, nós, provincianos do interior do estado. Mais agora, como em todas as etapas a vida, surgem duas vias, dois caminhos, duas posturas a tomar:

  1. Uma postura medíocre, de cruzar os braços,
  2. Inovar, mudar, repensar, refazer, reconstruir e vencer.

É sabido que para conseguirmos obter resultados diferentes precisamos mudar nossas atitudes. E como agir em momentos ruins? Primeiramente, precisamos entender que na vida sempre há altos e baixos, pois isso nos dará força para passar pelos maus momentos. Teremos, também, o conforto de saber que isso passa e provavelmente chegaremos mais facilmente aos bons momentos. É claro que aí não poderemos nos esquecer que a fase boa também passará e, assim, economizaremos para as fases ruins.

Não há uma receita de como transformar crise em oportunidades.O mais correto a fazer (e digo que comecei agora) é ver o que fizemos de errado nos tempos de vacas gordas e não cometer o mesmo erro agora, com as vacas magras.

DEUS esta nos detalhes, e as oportunidades também. Um mínimo erro que causa um desastre financeiro em uma empresa, ou um simples acerto que nos leva ao sucesso empresarial, esta em um simples detalhe.

Vejo muitos empresários aproveitando a desculpa de que tem uma crise para demitir parte de seus profissionais. É mais fácil justificar a demissão. O que precisamos saber é que, nessas horas, os bons profissionais, aqueles que são as estrelas, que carregam a empresa, não são demitidos. Geralmente, sai primeiro aquele profissional que não faz tanta diferença. Portanto, se você foi um dos demitidos procure analisar onde errou. Agora, se você ficou saiba que provavelmente terá mais serviço a fazer. Em momentos de crises é preciso aumentar a produtividade a qualquer custo, já que só sobrevivem as empresas que forem mais rápidas em suas decisões e mais produtivas. É preciso ouvir nossa intuição e ter agilidade. Nessas situações, é preciso manter a cautela, mas não podemos ter medo de realizar ações ousadas. Vamos acreditar que é possível atingir as metas, desde que se arregacem as mangas.

Será que não erramos no Atendimento a um cliente ou na Busca por novos mercados? Investimos errado? Cartão de crédito? Financiamentos? Enfim, existe uma gama de possíveis passos errados, mas também existe uma infinita possibilidade de corrigirmos a rota e acertarmos.

Depende da atitude de cada um. Nós como seres humanos fomos capazes de sairmos da condição de nômades caçadores e passamos a hábeis dominadores do mundo digital. Logo, vamos fazer a diferença.

Prudência, fé e “querência” são dons que somente o ser humano possui. Vamos nos “coçar” pessoal, vamos mudar nosso plano de vôo e tirarmos proveito da situação.

Abraços.

“O SENHOR É UM DEUS QUE TRABALHA PARA AQUELES QUE NELE ESPERAM”